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terça-feira, 14 de maio de 2013

SURREAL

Surreal Vida Real Casal 
(Hugo Martinelli) 


Pudera escolher entre o bem e o mal 
Não foste até o final 
Mas de volta ao mundo real 
Deixaste ali um amor sem igual


Já no primeiro momento 
Cruzaram olhares 
E num total encantamento 
Surgiu algo maior que os sete mares


Falei do fim e falei do princípio
Era este o momento propício
Pra que seu olhar se tornasse um vício
Queria teu beijo no fim, no meio e no início


E mesmo aquele que o amor nunca sentiu
Não entendeu como ela seu coração invadiu
Até mesmo com uma tentativa de fuga
Viu que a amizade ao amor ajuda


Foi assim que ninguém da tela desgruda 
Pra ver um sentimento que se desnuda 
Ahhh, Esse casal! Surreal? Talvez normal? 
Em que planeta, Bial? 


Nanda, Fê, Fernanda 
Como criança pra dançar ciranda 
Se joga, vive, erra, aprende 
Da vida não se arrepende 


André, aquele “leke”, menino, cheio de brilho 
Um cara centrado, irmão, amigo 
Tudo a seu tempo, tudo a seu tempo 
Viu o lindo presente que lhe trouxe o vento 


E foi assim que por apenas um momento 
Se pensou findar o encantamento 
Por um segundo, um tormento 
Sua timidez, talvez, um argumento 


Por quem sabe não saber o que dizer 
Vou citar um tal de Gessinger 
“Foi na hora da canção em que eles dizem "baby" 
Ah...vida real! Como é que eu troco de canal?” 


Ah... vida surreal! Vida de casal 
Me belisca se é real, noites e noites no mesmo canal 
Ser ou não ser... não apenas mais um Global 
É a real vida surreal até o fim do final 


Uma história entrou por aquela porta 
E o que importa é que nada mais importa 
Agora são nossos e tudo neles nos encanta 
E quem quiser que conte outra

terça-feira, 13 de novembro de 2012

POEMA DE POESIA ENIGMÁTICA


ENIGMÁTICA

Não se feche, abra
Mostro meu sentimento
Palavra
Somente, sem cor, sem tom, nem entendimento

Dor é para eu sentir
Sono é para dormir
Cansaço é para redimir
O sexo sem compromisso, nem significado, pecado

Mesmo limitado pelos verbetes
Ainda posso ver-te
Sem um pouco de alegria ou de ficar contente

Nem ao menos teu sorriso, ou o riso
Apareceu, aparecida, margarida, na manhã de primavera florida
Traição, ou não, perverso ainda, estou de partida